Livro-semente I em viagem pelo Japão
Há 9 anos
pequenos e simples excertos, momentos, experiências... da vida... tendencialmente mais feliz!
O que é para ti uma casa? Os braços de quem amas ou o lugar onde te escondes dos dedos dos teus demónios? É a estrada que tens à frente ou a cadeira onde te sentas no final da viagem? É a tenda de um circo itinerante, um navio naufragado ou o farol levantado em terra firme? É o sítio onde vives ou a última morada para o envelhecer dos ossos? Um bocado de terra santificada ou as pedras que fazem o chão de uma revolução profana? Será uma rua sem nome, as paredes de um quarto ou a gaveta de madeira onde se acumularam pedaços de memória? É um desejo, um objecto perdido ou é essa coisa que bate dentro do teu peito? É um palco repleto de barulho e gente, um corredor silencioso ou é o som da caixa de música onde dançam dois bonecos? É a paisagem pintada na tela, o pó que cobre o teu soalho ou será o simples conforto de ter um corpo que não conhece dor?
Por detrás e para além de paredes, portas e fechaduras, as histórias de uma multidão de palhaços, dançarinos e homens simples transformam-se em canções sobre o desvanecimento, a morte, o sonho e o desejo. Quebram-se paredes que não dobram, gritam-se palavras por gastar e roda-se o mundo para o Sol.
Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inlcusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora da minha própria vida.
Quatro amarras, duas mãos entrelaçadas... imagem linda! Vivida!
3 letras de sentimento
2 letras a apontar para ti
3 ciclos de momentos
2 vidas te dou aqui
"Colour My World" was written by Chicago trombone player, Jimmy Pankow. This is the original band and includes the vocals of Terry Kath. The flute solo is performed by Walt Parazaider. Robert Lamm is playing piano. Very nice.
Quero que dancemos em todo o lado: no quarto, na sala, na cozinha, à entrada, na rua... quero que a música se intimide com a nossa cumplicidade de movimentos, com o nosso sentir apegado!
Foi bom. Mas devagar, devagarinho, parado é muito melhor.